Como todos os fatos relevantes da atualidade, a visita do Papa Bento XVI ao Brasil foi transformada num show midiático.

O homem que se autoproclama o representante de Deus na terra tem todos os holofotes do mundo católico voltados para si. Um verdadeiro mega-star da fé.

Cheia de pompa, a vinda do Papa é um acontecimento luxuoso, bem diferente das aparições de Jesus, o fundador do cristianismo.

Aliás, a Igreja Católica de hoje em nada lembra a “igreja” difundida pelo Mecias, há mais de dois mil anos.

A instituição comandada por Bento XVI tem uma história cheia de controvérsia que corta todos os séculos da sua existência.

Hoje, Igreja Católica é um centro de poder e riqueza quase intocável.

Os fiéis católicos continuam se colocando no papel de rebanho fácil de controlar, assim como acontece nas demais seitas, as evangélicas incluídas.

Enquanto Jesus se mostrava e se misturava com o povo, o Papa precisa de todo um aparato de segurança para separá-lo desse mesmo povo que sustenta a grandiosidade da sua Igreja.

Enquanto o Cristo andava a pé e descalço, o comandante do catolicismo do Século XXI precisa de dois papa-móveis blindados para não ficar exposto no meio da multidão.

Isso sem se falar na montanha de dinheiro que a Igreja Católica gastou para preparar a vinda de Bento XVI ao Brasil.

Os ensinamentos de Cristo foram usados por outros homens para construir uma instituição rica e poderosa, que prega a humildade, a castidade, o desprendimento dos bens materiais, mas faz exatamente o contrário da sua pregação.

É uma instituição rica, poderosa e muito pouco humilde no seu gerenciamento.

Para constatar isso, basta ver e comparar as condições de vida e habitação do Papa, bispos, cardeais, padres com a da maioria dos fiéis católicos, que vive jogada à própria sorte, esperando por uma graça divina.

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