Assim é o dia de um jornalista:
5h00 toca o despertador avisando que está na hora de dar adeus à cama para começar mais um dia de luta. Banho, arrumação, conferida no material de trabalho e… rua.
7h20 – chegada à redação do jornal. Correr atrás da edição do dia para conferir a edição que foi para as bancas; leitura dos demais jornais pela internet; e partir para a produção de pauta (assuntos que vão ser trabalhados no dia). Feito isso, é despachar o pessoal imediatamente para a rua.
9h30 – hora de deixar a Redação e partir para o segundo round da luta pela sobrevivência. Não é fácil se dividir entre a vida de secretário de Redação de um jornal, ser um pouco repórter [na verdade, essa é a função da profissão que mais gosto] e ainda encarnar o assessor de comunicação de um órgão público, sem se deixar tragar pelos conflitos de interesse.
13h30 – sair para o almoço, depois de manter contato com várias fontes pelo celular e MSN ou sinal de fumaça, pois jornalista multifuncional tem que se virar seja lá como for.
15h00 – retorno ao papel de assessor de comunicação, sendo que, de vez em quando, entra em cena o repóter-colunista-secretário de Redação.
16h00 – hora de começar a esboçar a coluna diária que publico no jornal local [o Roraima Hoje].
18h00 ou 19h00 – Dead line para entregar a coluna IMPRENSA URGENTE, sob pena de não tê-la publicada.
A partir daí é tempo de acompanhar o fechamento do jornal, fazendo o possível para que o produto final no dia seguinte saia sem nenhum problema.

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